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10.11.12

What does AFS mean to you?


Vivian Sieger (Germany) and Leandro


Leandro Borges (head of Palmas AFS Chapter): AFS means the opportunity to know other cultures, with respect and tolerance towards each one of them. Working for the organization improved my capacity of team working and the ability to express my ideas. It’s also the chance of meeting new people. Voluntary work is responsible for a lot of good things in me, including my personal growth.


Adele Lazarin

30.10.12

Interculturalidade é tema de evento realizado em Uruaçu



            No último sábado, dia 27 de outubro, voluntários e intercambistas do AFS Comitê Goiânia estiveram em Uruaçu para participar do 1º Sábado de Imersão em Línguas e Culturas (SILC) realizado pelo Instituto Federal (IF) de Goiás da cidade. O evento também foi uma oportunidade para divulgar a ONG entre os alunos do Instituto e discutir a abertura da representação do AFS em Uruaçu.
De acordo com a organização do SILC, o evento teve como objetivo promover a difusão de línguas estrangeiras, além do próprio português, e aproximar os estudantes brasileiros de questões culturais e sociais de outros países por meio da integração com os intercambistas residentes em Goiânia. O Professor Liberato Santos, membro da Comissão Organizadora do 1º SILC, afirmou que a ideia geral do evento foi integrar atividades de ensino e extensão desenvolvidos no Instituto para que toda a comunidade do Campus pudesse ter uma experiência de imersão em culturas de outros países, além de terem a oportunidade de conhecerem e conversarem com estudantes estrangeiros.
O evento contou com várias apresentações culturais, como show de música e dança, apresentação de capoeira, exposição de fotografias, aulas de yoga e de zumba. Os participantes também puderam conferir a apresentação de trabalhos realizados por alunos do Instituto, palestras e uma conversa com os estudantes intercambistas do AFS: Alice (Canadá), Gabriele (Itália), Jan (Hong Kong), Laura (Bélgica), Michaela (Nova Zelândia), Mook (Tailândia) e Ole (Alemanha).
Durante dois momentos do dia (de manhã e à tarde), os intercambistas tiveram a oportunidade de se apresentar aos estudantes brasileiros, conversar sobre os países de origem e expressar o que eles acham diferente e o que mais gostam no Brasil. Os alunos do Instituto se mostraram o tempo todo bastante interessados e fizeram várias perguntas aos intercambistas, por vezes respondendo os questionamentos deles também. Durante o fim de semana em que estiveram em Uruaçu, os intercambistas foram hospedados por famílias da cidade.
Antes do almoço, os voluntários do AFS Goiânia também se apresentaram ao Instituto e conversaram sobre a organização. Victor e Wagley fizeram uma breve explanação sobre a história da ONG, falaram sobre os programas de intercâmbio, sobre as bolsas oferecidas anualmente e sobre a importância de ser um voluntário. Victor ainda abordou o tema de aprendizagem e choque cultural. O Professor Liberato, um ex AFSer, encerrou a apresentação incentivando os alunos a tomarem iniciativa e construírem o próprio futuro, fazendo intercâmbio, hospedando intercambistas ou virando voluntários.
Ao final da palestra, vários jovens se reuniram para conversar com os voluntários, demonstrando muito interesse em participar da organização e formar uma representação (e em breve um comitê) bem forte em Uruaçu. Danilo Rodrigues foi escolhido pelos outros futuros voluntários como presidente da representação e ele, juntamente com mais dois estudantes, irá participar do treinamento para voluntários que será realizado em Goiânia neste fim de semana.
Confira algumas fotos tiradas no evento:

















Tem interesse em fazer um intercâmbio ou fazer parte do AFS? Entre em contato com a gente pelo e-mail comite.goiania@afs.org ou pelo telefone (62) 9206-8731.  



Adele Lazarin

27.8.12

Quer concorrer a uma bolsa de estudos para os Estados Unidos? Saiba como!


O AFS Intercultural Programs, em parceria com a British Petroleum, oferecerá dez bolsas de estudos para um ano letivo nos Estados Unidos, sendo uma para cada região geográfica em que o AFS divide o Brasil. O programa, chamado Global Citizens of Tomorrow, tem como objetivo proporcionar a oportunidade de estudantes brasileiros conhecerem uma nova cultura, conhecer pessoas do mundo inteiro e viver o dia-a-dia de uma família estadunidense. O embarque dos bolsistas está previsto para agosto de 2013 e a inscrição para o processo seletivo pode ser feita até o dia quinze de outubro.

Saiba mais informações e faça a sua inscrição no site http://www.afsbolsasusa.org.br/.


18.8.12

Experiência de uma returnee na Alemanha


A Alemanha é um dos países que está sempre entre os primeiros na lista de destinos escolhidos pelos intercambistas brasileiros, da mesma forma como também é um dos que mais envia estudantes estrangeiros para cá. O país germânico, assim como os seus nativos, inspira interesse e curiosidade, e quanto mais você conhece, mais você se encanta por ele. Desmistificando a ideia que temos do alemão frio e calculista, os intercambistas da Alemanha que vêm estudar em Goiânia vêm cheios de carisma e simpatia, com vontade de aprender e fazer novas amizades.

A Alemanha, que foi reunificada em 1990, um ano após a queda do Muro de Berlim, é atualmente o país da União Europeia com maior número de habitantes. É também a nação com a maior economia da zona do euro e a terceira maior economia mundial, além de ter a língua com o maior número de falantes da União Europeia, o alemão. O país, que se sobressai em áreas como produção automóvel, indústria mecânica e nos setores químicos e farmacêuticos, também se destaca no campo cultural, sendo berço de vários compositores e pensadores importantes, como Nietzsche, Lutero, Kant e Goethe.


Confira o depoimento da estudante Maísa Marques Machado, ex-intercambista na Alemanha (setembro de 2009 – julho de 20120) e voluntária do AFS Comitê Brasília. Maísa fala um pouco de sua experiência na Alemanha:

“A coisa que mais me incentivou a fazer intercâmbio na Alemanha foi a língua, uma vez que eu queria falar alemão, mas sabia que seria imensamente difícil e longo o processo pra conseguir isso aqui mesmo no Brasil. De um modo geral, não procurei saber muitas coisas sobre o país antes de viajar, até porque nem seria bom, não queria criar expectativa.
E acabou que isso de não ter pesquisado foi ótimo, na minha opinião. Viajei como um verdadeiro girino AFSer: de coração aberto para o que desse e viesse. Os primeiros meses não foram nada difíceis com relação à saudade dos amigos, da família e do Brasil; isso só veio com o tempo. Foi no terceiro mês que essa história de não ouvir sua língua materna em nenhum lugar, nunca, começou a cansar.

Para falar a verdade, a única coisa com que eu me preocupava no começo era com os tais neonazi. É impressionante como as visões estereotipadas de um povo pegam... Quando eu ainda não entendia nada daquela língua estranha, eu morria de medo de todo mundo. Até das crianças eu tinha medo no colégio, achava que eles estariam programando algum motim pra me atacar. É tosco, eu sei. Mas foram anos e anos ouvindo histórias e mais histórias de como seriam os alemães. Pois bem, acontece que isso de neonazismo pega uns poucos, raros e bobos alemães. Mas gente assim tem em todo lugar, não é?

Enfim, minha visão da Alemanha e de seu povo hoje é completamente outra. Eles são pessoas incrivelmente legais, curiosos pelo que vem de fora e, pasmem, calorosos e receptivos. Tenho saudades imensas daquele meu ano de intercâmbio. Mantenho contanto ainda com amigos e família de lá e espero mantê-lo por ainda muito tempo... para sempre, na verdade. E se algum candidato a girino estiver em dúvida sobre o país de destino, é simples solucionar. Escolham aquele com a indiscutivelmente melhor cerveja do mundo! Servus!!”

Maísa

Para mais informações sobre o AFS Comitê Goiânia, entre em contato conosco pelo e-mail comite.goiania@afs.org ou pelo telefone (62) 9206-8731.

25.4.12

Being an exchange student

I am an exchange student.
How do you know what a dream is, if you've never accomplished one.
How do you know what an adventure is, if you never took part in one.
How do you know what anguish is, if you never said goodbye to your family and friends with your eyes full of tears.
How do you know what being desperate is, if you've never arrived in a place alone and could not understand a word of what everyone else was saying.
How do you know what diversity is, if you never lived under the same roof with people from all over the world?
How do you know what tolerance is, if you never had to get used to something different even if you didn't like it.
How do you know what autonomy is, if you never had the chance to decide something by yourself?
How do you know what it means to grow up, if you never stopped being a child to start a new course?
How do you know what it is to be helpless, if you never wanted to hug someone and had a computer screen to prevent you from doing it.
How do you know what distance is, if you've never looked at a map and said “I am so far away”.
How do you know what is the true reality, if you never had the chance to see a lot of them to make one.
How do you know what an opportunity is, if you've never caught one.
How do you know what pride is, if you've never experienced it for yourself at realizing how much you have accomplished.
How do you know what a friend is, if the circumstances never showed you the true ones.
How do know what family is, if you never had one that supported you unconditionally.
How do you know what borders are, if you never crossed yours to see what there was one the other side.
How do you know what imagination is, if you never thought about the moment when you would go back home.

How would you know all this, if you have never been an exchange student?
(Unknown author)

23.4.12

An interview with a future exchange student


In the middle of 2012 a new group of Brazilian students will leave to, maybe, one of the best years in their lives, or at least a year full of changes and discoveries. Among these future exchange students is Pedro Müller Metsavaht Salomão, a 16 year old from Goiânia, who will live in Germany for a semester. Pedro, who hosts the Turkish Pamir üsküdarli since August, has known AFS Intercultural Programs through a friend that hosted an exchange student from Germany. The AFS Goiânia Committee Blog talked to Pedro about his expectations for his exchange experience.

Pedro

AFS Goiânia Committee Blog: Why do you want to participate in an exchange program?

Pedro: I understood how the exchange experience is by hosting an exchange student and then I realized that it’s something I always wanted. I want to create a parallel life in another country, in a culture and way of living totally different from mines, make new friends and learn a new language.

AFS Goiânia Committee Blog: Why did you choose Germany?

Pedro: Germany is a country that has always interested me, in first place because I am a descendent of Germans, in second place because German is a language that can help me a lot in the future, and, finally, because I want to experience the cultural schock, which I think will be big and also something positive for my growth.

AFS Goiânia Committee Blog: Do you already know how to speak German?

Pedro: Not yet, but I’m studying to learn the basics and improve there.

AFS Goiânia Committee Blog: What are your expectations?

Pedro: I’m very anxious and a little bit afraid of it. I don’t know where I’m going to live or with who I’m going to live, but I hope it will be a good experience.

Pamir and Pedro

 AFS Goiânia Committee Blog: How do you intend to deal with the cultural differences during your exchange experience?

Pedro: I will always ask my host family and my adviser how I have to act, what I should or shouldn’t do, because I imagine that there are huge differences between the Brazilian and the German way.

AFS Goiânia Committee Blog:: Do you think these differences could make your exchange experience difficult?

Pedro: Maybe at the beginning, but I think this is one of the stages every exchange student has to go through during the program, the cultural shock. That’s one of the reasons for my decision, but I’m still a little afraid of it.

AFS Goiânia Committee Blog: Do you think that the exchange experience and knowing people from other countries could help building a better world?

Pedro: Yes, it’s one more step to understand other cultures and to end prejudice.

AFS Goiânia Committee Blog: Do you wish to become an AFS volunteer when you come back to Brazil?

Pedro: Sure, since I’ve known AFS I’ve became friends with a lot of exchange students that have come to Brazil and I like to meet foreigners and also the voluntary work. I aspire to become a volunteer when I come back.

Pedro and Jota (also going to Germany)